BN003644 02 de junho de 2007 16:00 HORALOCAL
Estudo destaca a qualidade de vida
CHICAGO, 2 de junho /PRNewswire-FirstCall/ -- O ALIMTA(R)
(Pemetrexede injetável) demonstrou uma utilidade adicional no
tratamento do mais diagnosticado tipo de câncer(i), de acordo com os
dados apresentados hoje no 43º Encontro Anual da Sociedade Americana
de Oncologia Clínica (ASCO - American Society of Clinical Oncology).
OS resultados de um estudo da Fase III sugerem que um regime de
primeira linha baseado em ALIMTA pode proporcionar menos toxicidade
do que uma terapia geralmente usada em câncer de pulmão não pequenas
células (NSCLC - non-small cell lung cancer) avançado. O ALIMTA é
fabricado e comercializado pela Eli Lilly and Company.
Um estudo prospectivo, aleatório e de centros múltiplos da Fase III
foi realizado para comparar o ALIMTA mais carboplatina com o regime
geralmente usado de GEMZAR(R)(gemcitabina HCl injetável) mais
carboplatina (Resumo da ASCO # 7517(ii)). O estudo, conduzido pelo
Norwegian Lung Cancer Group, envolveu 446 pacientes sem resposta à
quimioterapia, tanto no estágio IIIB quanto IV do NSCLC. O principal
propósito do estudo foi avaliar se a combinação ALIMTA-carboplatina
proporcionava melhores benefícios de qualidade de vida e ao mesmo
tempo oferecia dados de sobrevivência comparáveis. Desta forma, a
finalidade principal era a qualidade de vida (definida no estudo como
náusea/vômito; dispnéia ou dificuldade de respiração, e fadiga) e a
finalidade secundária era a sobrevivência em geral.
Até agora, 384 pacientes foram analisados quanto à toxicidade e houve
menos pacientes no grupo usando o ALIMTA que apresentaram
trombocitopenia Grau 3/4 ou um nível baixo de plaquetas (48 vs. 107,
p < .001); leucopenia ou uma diminuição das células brancas do sangue,
leucócitos (44 vs. 89, p < .001),e; granulocitopenia ou uma
diminuição das células brancas do sangue, granulócitos (78 vs. 98,
p=.02). Mais pacientes no grupo usando o GEMZAR receberam transfusão
de plaquetas (5 vs. 19, p=.02). Neste ponto, nenhuma diferença foi
observada na sobrevivência.
"Os pacientes neste estudo receberam um benefício comparável na
qualidade de vida, tanto os que receberam ALIMTA e carboplatina
quanto os que receberam GEMZAR e carboplatina", disse o Dr. Bjorn
Henning Gronberg, do St. Olavs University Hospital na Noruega e
principal investigador do estudo. "Parece que os pacientes do grupo
do ALIMTA também se beneficiaram de um perfil de toxicidade mais
baixa".
Dados adicionais que serão apresentados no domingo, 3 de junho, na
ASCO de um ensaio da Fase II de rótulo aberto, não aleatório,
relatará um Estudo da Rede Internacional de Oncologia (International
Oncology Network Study) que avalia a segurança de uma terapia tripla,
na qual o bevacizumab (Avastin(R)) foi adicionado à combinação de
ALIMTA mais oxaliplatina (Eloxatin(R)), em pacientes com NSCLC
avançado (Resumo # 7700(iii)). Pesquisas anteriores indicaram que a
oxaliplatina e o ALIMTA, como agentes únicos, mostraram atividade no
NSCLC, e o ALIMTA mostrou efeitos sinergistas quando combinado com
drogas baseadas em platina. (iv,v) Este estudo preliminar foi
conduzido para avaliar a eficácia e a segurança da combinação como
tratamento de primeira linha para o NSCLC.
"Estamos satisfeitos de ver que o ALIMTA tem efeito sinergista com
agentes de platina como a carboplatina", disse o Dr. Richard Gaynor,
Vice-Presidente, líder da plataforma de pesquisa sobre o câncer e
oncologia geral da Lilly. "Esperamos continuar a pesquisa do ALIMTA
como base quimioterápica com terapias direcionadas e outros agentes
anti-cancerígenos para o tratamento do câncer de pulmão".
"A Lilly está investigando agressivamente as novas terapias em
potencial para outros tipos de tumores, pois temos o compromisso de
fornecer aos pacientes opções terapêuticas que combatam o câncer mas
que não comprometam a qualidade de vida".
A Lilly também estudou o ALIMTA mais cisplatina para o tratamento de
primeira linha do NSCLC. No primeiro trimestre de 2007, um estudo com
ALIMTA mais cisplatina versus o GEMZAR mais cisplatina atingiu sua
principal finalidade de não inferioridade em relação à sobrevivência
em geral. Utilizando estes dados, a Lilly planeja submeter o ALIMTA
para uma indicação para tratamento de primeira linha do NSCLC, à
Agência Européia de Medicamentos (EMEA - European Medicines Agency)
ainda este ano.
Os pesquisadores irão também apresentar, na ASCO, os dados que
mostram o ALIMTA como base quimioterápica para uma variedade de
agentes anti-cancerígenos direcionados, investigacionais e aprovados,
incluindo o bevacizumab (Avastin(R)), erlotinib (Tarceva(R)),
cetuximab (Erbitux(R)) e o vandetanib (Zactima(TM)).
O ALIMTA é um antifolato que interfere em um processo crucial que
permite que as células do câncer se reproduzam e se espalhem. Os
efeitos colaterais mais comuns quando o ALIMTA é usado como
monoterapia são as alterações do sistema sangüíneo e linfático,
indisposições gastrointestinais, fadiga, erupções cutâneas e
descamação ou formação de escamas na pele. A mielossupressão é
geralmente o limite da dose de toxicidade na terapia com o ALIMTA.
Sobre o câncer de pulmão de não pequenas células
O NSCLC é o tipo mais comum de câncer de pulmão e representa 75-80
por cento de todos os cânceres de pulmão. O NSCLC está dividido em
cinco estágios, começando no estágio 0 e indo até a gravidade do
estágio IV. O NSCLC pode se espalhar através do sistema linfático,
penetrando no revestimento do tórax, costelas e nos nervos e vasos
sangüíneos que conduzem ao braço. O fígado, ossos e cérebro são alvos
em potencial caso as células cancerosas entrem na corrente sangüínea.
ALIMTA
Indicações
O ALIMTA em combinação com a cisplatina é indicado para o tratamento
de pacientes com mesotelioma maligno da pleura, cuja doença é
inoperável ou que de outra forma não são candidatos à cirurgia
curativa.
O ALIMTA como agente único é indicado para o tratamento de pacientes
com câncer de pulmão de não pequenas células avançado local ou
metastático depois de quimioterapia anterior. A efetividade do ALIMTA
em NSCLC de segunda linha foi baseada na finalidade substituta , a
taxa de resposta. Não há ensaios controlados que demonstrem um
benefício clínico, tais como um efeito favorável de sobrevivência ou
melhora dos sintomas relacionados com a doença.
Importante informação sobre a segurança
A mielossupressão é geralmente o limite da dose de toxicidade na
terapia com o ALIMTA.
Contra-indicação
O ALIMTA é contra-indicado para pacientes com histórico de severa
reação de hipersensibilidade ao pemetrexede ou a qualquer outro
ingrediente usado na fórmula.
Avisos
O ALIMTA não deve ser administrado a pacientes com clearance
(liberação)de creatinina < 45 mL/min. Um paciente com insuficiência
renal grave (clearance de creatinina de 19 mL/min) que não recebeu
ácido fólico e vitamina B12, morreu de toxicidade relacionada com a
droga, depois da administração do ALIMTA unicamente.
O ALIMTA pode suprimir a função da medula óssea, conforme
manifestação através da neutropenia, da trombocitopenia e da anemia
(ou pancitopenia).
Os pacientes devem ser instruídos a tomarem ácido fólico e vitamina
B12 com o ALIMTA, como profilaxia, para reduzir as toxicidades
hematológicas e gastrointestinais(GI) relacionadas ao tratamento.
Gravidez Categoria D - O ALIMTA pode causar danos ao feto se
administrado a mulheres grávidas.
Precauções
Exames completos de contagem de células do sangue, incluindo contagem
de plaquetas e exames químicos periódicos, devem ser realizados em
todos os pacientes que recebem o ALIMTA.
Os pacientes não devem iniciar um novo ciclo de tratamento a menos
que a ANC (contagem absoluta de neutrófilos) seja de 1500 células/mm3,
que a contagem de plaquetas seja > 100.000 células/mm3 e que a
clearance de creatinina seja maior ou igual a 45 mL/min.
Pré-tratamento com dexametasona, ou equivalente, foi reportado como
tendo reduzido a incidência e gravidade das erupções cutâneas.
O efeito da retenção de fluido no terceiro espaço, tal como derrame
pleural ou ascite é desconhecido com o uso do ALIMTA.
Deve-se considerar a drenagem do fluido, em pacientes com
significativa retenção de fluido no terceiro espaço, antes da
administração do ALIMTA.
Deve-se tomar cuidado na administração de ibuprofen juntamente com o
ALIMTA em pacientes com insuficiência renal de leve a moderada
(clearance de creatinina de 45 a 79 mL/min). Os pacientes com
insuficiência renal de leve a moderada devem evitar tomar drogas não
esteróides anti-inflamatórias (NSAIDs) com meias-vidas de eliminação
curta, por um período de 2 dias antes, o dia da administração e 2
dias depois da administração do ALIMTA. Na ausência de dados com
referência à interação em potencial do ALIMTA com as NSAIDs de
meias-vidas mais longas, todos os pacientes que tomem estas NSAIDs,
devem interromper a dosagem por no mínimo 5 dias antes, o dia da
administração e 2 dias após a administração do ALIMTA. Caso seja
necessária a administração concomitante de uma NSAID, os pacientes
devem ser monitorados rigorosamente quanto à toxicidade,
especialmente a mielossupressão e toxicidades renais e
gastrointestinais.
Administração concomitante de drogas nefrotóxicas ou outras
substâncias de secreção tubular podem resultar em um atraso na
liberação do ALIMTA.
Recomenda-se suspender a amamentação caso a mãe esteja sendo tratada
com o ALIMTA.
O ALIMTA deve ser administrado sob a supervisão de médico qualificado
e experiente com o uso de agentes antineoplásicos.
Poderão ser necessários ajustes na dosagem em pacientes com
insuficiência hepática.
Orientações de dosagem e modificação
Os ajustes de dosagem no início de um ciclo subseqüente deverão ser
baseados no menor valor (nadir) da contagem hematológica ou na
toxicidade não-hematológica máxima para o ciclo precedente da
terapia. A terapia deve ser modificada ou suspensa de acordo com as
Orientações de Redução da Dosagem constantes na Bula completa.
Reações adversas
As reações adversas mais comuns (graus 3/4) do ALIMTA em combinação
com a cisplatina no tratamento de pacientes com MPM (modelo de
probabilidade de morte) são a neutropenia (24%); leucopenia (16%);
anemia (6%); trombocitopenia (5%); infecção sem neutropenia (2%);
fadiga (17%); trombose/embolia (6%); náusea (12%); vômito (11%);
dispnéia (11%); e dor no peito(9%). As reações adversas mais comuns
de relevância clínica (todos os graus) foram fadiga (80%);
trombose/embolia (7%); náusea (84%); vômito (58%); constipação(44%);
anorexia (35%); estomatite/faringite (28%); diarréia (26%); dispnéia
(66%); dor no peito (40%); e erupções cutâneas (22%).
As reações adversas mais comuns (graus 3/4) do ALIMTA no tratamento
de pacientes com NSCLC foram anemia (8%); leucopenia (5%); neutropenia
(5%); trombocitopenia (2%); infecção sem neutropenia (6%); fadiga
(16%); trombose/embolia (3%); isquemia cardíaca (3%); anorexia (5%);
dispnéia (18%); e dor no peito(7%). As reações adversas mais comuns
de relevância clínica (todos os graus) foram a fadiga (87%); anorexia
(62%); náusea (39%); constipação (30%); vômito (25%); diarréia (21%);
estomatite/faringite (20%); dispnéia (72%); dor no peito (38%);
neuropatia-sensorial (29%); infecção sem neutropenia (23%); e erupção
cutânea (17%).
Para orientações sobre segurança e dosagem, consultar as seções de
Avisos, Precauções, Reações Adversas e Dosagem e Administração na
Bula completa que acompanha o medicamento.
GEMZAR
Indicações
O GEMZAR em combinação com o paclitaxel é indicado no tratamento de
primeira linha de pacientes com câncer de mama metastático depois de
falha na quimioterapia adjuvante contendo antraciclina, a menos que
as antraciclinas tenham sido clinicamente contra-indicadas.
O GEMZAR é indicado em combinação com a cisplatina para o tratamento
de primeira linha de pacientes com câncer de pulmão de não pequenas
células não operável, avançado localmente (estágios IIIA ou IIIB), ou
metastático (estágio IV).
O GEMZAR é indicado como tratamento de primeira linha para pacientes
com adenocarcinoma do pâncreas avançado localmente (estágios II ou
III inoperáveis) e metastático (estágio IV). O GEMZAR é indicado para
pacientes tratados anteriormente com 5-FU.
O GEMZAR em combinação com a carboplatina é indicado para o
tratamento de pacientes com câncer de ovário avançado que tenha
reincidido depois de pelo menos 6 meses após o final de terapia
baseada em platina.
Importante informação sobre a segurança do GEMZAR
A mielossupressão é geralmente o limite da dose de toxicidade na
terapia com o GEMZAR.
Contra-indicação
Hipersensibilidade conhecida ao GEMZAR. Raros casos foram reportados
de reação anafilatóide.
Avisos
Tempos de infusão do GEMZAR maiores do que 60 minutos e mais
freqüentes do que uma vez por semana mostraram aumento da toxicidade.
Foi reportada toxicidade pulmonar com o uso do GEMZAR. No caso de
grave toxicidade nos pulmões, a terapia com o GEMZAR deve ser
interrompida imediatamente e devem ser instituídas medidas de
tratamento de apoio apropriadas.
Foi reportada Síndrome Hemolítico-Urêmica (HUS) e/ou insuficiência
renal após uma ou mais doses de GEMZAR. Foram reportados raros casos
de insuficiência renal resultando em morte ou necessitando diálise,
apesar da interrupção do tratamento. A maioria dos casos de
insuficiência renal resultando em morte foram devido à HUS.
Raríssimos casos de hepatotoxicidade grave, incluindo insuficiência
hepática e morte foram reportados em pacientes fazendo uso de GEMZAR
unicamente ou em combinação com outras drogas potencialmente
hepatotóxicas;
GEMZAR é Categoria D para gravidez. O GEMZAR pode causar danos ao
feto se administrado à mulheres grávidas.
Precauções
Cuidados devem ser tomados com seu uso em pacientes com insuficiência
renal ou hepática pré-existente. A administração do GEMZAR pode
exacerbar uma insuficiência hepática latente.
O regime ideal para uma administração segura do GEMZAR com doses
terapêuticas de radiação ainda não foi determinada para todos os
tipos de tumores. O GEMZAR tem atividade radiossensibilizadora e foram
reportadas reações de hipersensibilidade na pele irradiada.
Ainda não é conhecido se o GEMZAR ou seus metabólitos são excretados
no leite humano.
Não foi demonstrado a efetividade do GEMZAR em pacientes pediátricos.
As toxicidades do GEMZAR observadas em pacientes pediátricos foram
similares àquelas reportadas em adultos.
A clearance do GEMZAR é afetada tanto pela idade quanto pelo sexo do
paciente.
Os pacientes que fazem terapia com o GEMZAR devem ser monitorados
rigorosamente por um médico experiente no uso de agentes
quimioterápicos contra o câncer.
Monitoramento e modificação da dosagem
Podem ser necessários ajustes na dosagem por causa da toxicidade
hematológica.
Durante a terapia em combinação com cisplatina, a creatinina sérica,
potássio, cálcio e magnésio devem ser monitorados.
Os pacientes devem ser avaliados com uma contagem completa do sangue
(CBC), incluindo contagem diferencial e de plaquetas, antes de cada
dose de GEMZAR. Modificar ou suspender a terapia, de acordo com as
Orientações para Redução da Dosagem, constante na Bula completa.
A função hepática e renal (incluindo as transaminases e a creatinina
sérica) devem ser avaliadas antes da terapia com o GEMZAR e
periodicamente depois da terapia.
Reações adversas
As reações adversas mais graves (graus 3/4) do GEMZAR mais paclitaxel
para o tratamento de pacientes com MBC foram a neutropenia (48%);
alopecia (18%); leucopenia (11%); anemia (7%); fadiga (7%);
trombocitopenia (6%); elevação da ALT (alanina amino-transferase)
(6%); e neuropatia-sensorial (6%). As reações adversas mais comuns
(todos os graus) foram náusea (50%); fadiga (40%); mialgia (33%); e
vômito (29%).
As reações adversas mais graves (graus 3/4) do GEMZAR para o
tratamento de primeira linha de pacientes com câncer do pâncreas
foram neutropenia (24%-26%); elevação da fosfatase alcalina (16%-20%);
elevação da aspartato amino-transferase (12%-17%); náusea/vômito
(12%-13%); elevação da ALT (10%-11%); anemia (10%); leucopenia
(9%-10%); trombocitopenia (8%-10%); elevação da bilirrubina (4%-8%);
e dor (2%-7%). As reações adversas mais comuns (todos os graus) foram
AST (72%-78%); fosfatase alcalina (71%-77%); anemia (65%-73%); ALT
(72%); leucopenia (64%-71%); náusea e vômito (64%-71%); neutropenia
(61%-62%); trombocitopenia (36%-47%); dor (10%-42%); febre (30%-38%);
proteinúria (10%-32%); constipação (10%-31%); diarréia (24%-30%);
erupções da pele (24%-28%); e bilirrubina (16%-26%).
As reações adversas mais graves (graus 3/4) do GEMZAR mais cisplatina
para o tratamento de primeira linha de pacientes com NSCLC foram
neutropenia (57%-64%); trombocitopenia (50%-55%); leucopenia
(29%-46%); anemia (22%-25%); náusea (27%); vômito (23%);
náusea/vômito (39%); neuromotor (12%); hipomagnesemia (7%); audição
neuro-sensorial (6%); elevação da creatinina (5%); alopecia (1%-13%);
e dispnéia (1%-7%). As reações adversas mais comuns (todos os graus)
foram parestesias (38%); hiperglicemia (30%); infecção (18%-28%); e
constipação (17%-28%).
As reações adversas mais graves (graus 3/4) do GEMZAR mais
carboplatina para o tratamento de pacientes com câncer de ovário
avançado foram neutropenia (71%), trombocitopenia (35%), leucopenia
(53%), anemia (28%), náusea (6%), vômito (6%), e constipação (7%). As
reações adversas mais comuns (todos os graus) foram transfusão de
hemácias (RBC) (38%), alopecia (49%), neuropatia-sensorial (29%),
náusea (69%), fadiga (40%), vômito (46%), diarréia (25%), e
constipação (42%).
Para orientações sobre segurança e dosagem, consultar as seções de
Avisos, Precauções, Reações Adversas e Dosagem e Administração na
Bula completa que acompanha o medicamento.
Sobre a Lilly Oncology, uma divisão da Eli Lilly and Company
Por mais de quatro décadas, a Lilly Oncology tem colaborado com os
pesquisadores sobre o câncer para entregar alternativas inovadoras de
tratamentos e programas valiosos para os pacientes e seus médicos.
Inspirada pelos corajosos pacientes que convivem com o câncer, a
Lilly Oncology está proporcionando tratamentos que são considerados
como padrões globais de cuidados e desenvolvendo uma ampla carteira
de novas terapias direcionadas para acelerar o passo e o progresso dos
tratamentos contra o câncer. Para saber mais sobre o compromisso da
Lilly contra o câncer, visite o endereço: www.LillyOncology.com .
Sobre a Eli Lilly and Company
A Lilly, uma corporação líder orientada pela inovação, está
desenvolvendo uma crescente carteira dos melhores produtos
farmacêuticos em sua classe, aplicando as pesquisas mais recentes de
seus próprios laboratórios no mundo inteiro e de colaborações com
eminentes organizações científicas. Sediada em Indianápolis, Indiana,
a Lilly apresenta respostas -- através de medicamentos e de
informações -- para algumas das necessidades médicas mais urgentes do
mundo.
P-LLY
ALIMTA(R) (pemetrexede injetável), Lilly
GEMZAR(R) (HCl de gemcitabina injetável), Lilly
bevacizumab (Avastin(R)), Genentech
oxaliplatina (Eloxatin(R)), Sanofi Aventis
erlotinib (Tarceva(R)), Genentech, OSI Pharmaceuticals
cetuximab (Erbitux(R)), Bristol-Myers Squibb, ImClone, Merck
vandetanib (Zactima(TM)), AstraZeneca
Esta divulgação para a imprensa contém declarações sobre o futuro
referentes ao potencial do ALIMTA e do GEMZAR no tratamento do câncer
de pulmão de não pequenas células e reflete as aspirações atuais da
Lilly. Entretanto, como acontece com qualquer produto farmacêutico em
desenvolvimento, existem riscos e incertezas substanciais no processo
de desenvolvimento, comercialização e revisão regulamentar. Não há
garantias de que os produtos receberão aprovações regulamentares
adicionais. Também não há garantia de que os produtos continuarão a
ser um sucesso comercial. Para discussões adicionais destes e de
outros riscos e incertezas, consulte os registros da Lilly com a
Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio dos Estados Unidos. A Lilly
não se responsabiliza pela atualização das declarações sobre o
futuro.
(i) Parkin DM, Bray F, Ferlay J, Pisani P, Global Cancer
Statistics, 2002. CA Cancer J Clin 2005;55;74-108.
(ii) Gronberg, BH. Pemetrexed+carboplatin vs.
gemcitabine+carboplatin in the treatment of stage IIIB/IV non-small
cell lung cancer. Resumo #7517, American Society of Clinical Oncology
(ASCO) Encontro Anual de 2007.
(iii) Heist RS, Auerbach M, et al. Phase II trial of oxaliplatin,
pemetrexed, and bevacizumab in previously-treated advanced non-small
cell lung cancer (NSCLC). Resumo #7700, American Society of
Clinical Oncology (ASCO) Encontro Anual de 2007.
(iv) Scagliotti GV, Kortsik C, Dark GG, et al. Pemetrexed combined
with oxaliplatin or carboplatin as first-line treatment in advanced
non-small cell lung cancer: a multicenter, randomized, phase II
trial.
Clin Cancer Res. 15 janeiro 2005;11 (2 Pt 1):690-6.
(v) Zinner RG, Fossella FV, Gladish GW, et al. Phase II study of
pemetrexed in combination with carboplatin in the first-line
treatment of advanced nonsmall cell lung cancer. Cancer. 1 dezembro
2005;104(11):2449-56.
(Logo: http://www.newscom.com/cgi-bin/prnh/20031219/LLYLOGO )
FONTE Eli Lilly and Company
02/06/2007
CONTATO: Gregory L. Clarke da Lilly, +1-317-276-5222,
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