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O ingrediente secreto: especialistas da Hearst compartilham 9 Passos para o sucesso nas Redes Sociais

Parece bem simples: satisfazer o seu público-alvo enquanto você continua a oferecer conteúdo relevantes

Um painel de especialistas em mídias sociais, com três títulos do conglomerado de comunicação americano Hearst Communication - Esquire, Marie Claire e Elle - abordou recentemente o assunto, durante um painel da Social Media Week New York neste mês.

No painel "Como as marcas de prestígio da Hearst estão dominando a internet", participaram os seguintes profissionais:

  • Ben Boskovich, editor de mídia social, Esquire
  • Elizabeth Brady, diretora associada de estratégia social da Hearst Digital Media
  • Rosa Heyman, editora de mídia social, Marie Claire
  • Gena Kaufman, diretora de mídia social, Elle
  • Kate Lewis, vice-presidente de operações de conteúdo e diretora editorial da Hearst Digital

Aqui estão nove estratégias que podem ajudá-lo a alcançar o sucesso em suas mídias sociais para sua marca.

  1. Equipes de Estratégia Social

Existem 22 marcas na Hearst, cada uma com uma equipe de site dedicada e cada time com seu próprio editor social.

Há também uma equipe de estratégia social sem marca designada que aconselha editores sociais, ajudando-os a gerenciar relacionamentos com as redes sociais.

As redes sociais mudam entre três e seis meses - se não mais frequentemente – por isso a adaptação é crucial.

"É um ciclo de evolução muito acelerado para um editor social lidar e ter sucesso", diz Brady, "especialmente quando eles estão muito atarefados fazendo as postagens no dia-a-dia, levando conteúdo para fora e também prestando atenção a tudo o que está acontecendo no ecossistema".

A equipe de estratégia social desenvolveu um conjunto de relatórios, que compartilham com as equipes para ensiná-los sobre a audiência. Editores recebem alertas todos os dias, para que eles saibam quais histórias estão recebendo tração viral e quais não estão. Eles também têm outros recursos, como um Social Media Wiki para toda a equipe.

Se um site tem um vídeo que está viralizando no Facebook, imediatamente todos sabem sobre ele e podem discutir como capitalizá-lo.

A equipe de Estratégia Social também fornece estatísticas detalhadas para as marcas.

"Elle pode vir até nós com uma pergunta sobre que tipos de conteúdo de beleza estão performando melhor no Facebook e quais tipos podem não valer a pena ser publicado", disse Brady. "Vamos mergulhar nos dados e dizer: "Os vídeos de comida estão funcionando para você, mas realmente só se eles tiverem queijo. "Outras vezes, é um pouco de trabalho de detetive".

Elle Magazine beauty on Facebook

  1. O ingrediente secreto:

A Hearst tem 126 milhões de seguidores em redes sociais, um aumento de 39% em relação ao ano passado.

Em 2016, houveram mais de 50 milhões de interações em postagens no Facebook, e as ações na rede social aumentaram em 33%.

O "ingrediente secreto" para estes dados é que os editores da Hearst gastam seu tempo usando o social media como uma ferramenta de escuta, em que Boskovich chama de espinha dorsal do trabalho do editor social.

"Sabemos, por exemplo, que nossa audiência no Twitter tem um interesse mais elevado, provavelmente mais educado, então eles vão querer mais tweets sobre os artigos de 10.000 palavras que estamos escrevendo", disse Boskovich. "O público do Facebook, por outro lado, está mais interessado em notícias rápidas e vídeos curtos. Entendi esses dados pois os acompanho 24 horas por dia.”

Brady também faz vários relatórios sobre eventos ao vivo e pode atestar a importância de ouvir o seu público.

"Em social, é uma boa prática ser rápido, ser criativo, ser autêntico", diz ela. "Mas há outro pilar: Basta prestar atenção. Tenha essa atitude de observação com seus seguidores, e vá fundo, porque há sempre algo novo para descobrir - como um estranho fandom - em que seu público estará interessado.

Claro, acrescenta Brady, você sempre tem que estar pronto para fazer algo diferente, "porque não vai durar".

  1. Abandone o Clickbait

Enquanto usar manchetes com clickbait pode parecer uma maneira fácil de fazer com que os leitores cliquem nos artigos, isso nem sempre se traduz em engajamento.

Algoritmos de redes sociais também atestam para abandonar o clickbait. Com redes cada vez mais controladas por algoritmos, os posts podem não refletir necessariamente o que realmente está acontecendo.

As ações - e não os cliques - são mais importantes do que nunca.

"Se você não tem pessoas compartilhando e interagindo, há uma boa chance que ninguém esteja vendo seu conteúdo por completo", explica Brady. "Nós temos que ser muito mais estratégicos sobre o que estamos colocando, porque precisamos dele para chegar à tona, seja no Facebook ou Instagram. Estamos sempre procurando por um limite mais alto de engajamento."

Para fazer isso, as equipes basicamente distribuem tudo em suas redes sociais.

"Estamos totalmente de acordo com os editores distribuindo tudo, se é uma foto ou um link", diz Brady. "Torne-o sua própria entidade. Faça-o compartilhável para que seu público o ajude a distribuí-lo por toda parte."

  1. Trabalho em equipe faz o sonho acontecer

As equipes da Hearst trabalham em conjunto. E enquanto há uma dose saudável de competição, há também um monte de partilha entre as equipes.

"Elle estava vendo muito do seu sucesso impulsionando seu engajamento no Facebook, com comentários sobre posts que já estavam performando bem com links de leitura adicionais", diz Heyman da Marie Claire. "Quando uma marca encontra algo que funciona, todos nós podemos pedir emprestado",

A estratégia de links relacionados - também chamada de "swarming" - é algo que Kaufman aprendeu com outra marca da Hearst, a Cosmopolitan.

"Quando há um assunto grande, todo mundo corre para cobrir a primeira notícia", diz Kaufman. "Como todo mundo faz isso, o tráfego fica dividido entre eles. O que realmente tentamos fazer agora é pensar: 'Já fizemos a notícia rápida. O que podemos fazer na próxima hora? Qual é a matéria adicional que podemos fazer amanhã? Qual é a pauta que podemos abordar na próxima semana? "Estamos realmente tendo um tema que está funcionando e encontrando maneiras diferentes de manter a cobertura para que se adeque para Elle e nosso público, em vez de apenas anunciar notícias".

Boskovich da Esquire compartilhou outra estratégia que ele aprendeu com as marcas de mulheres na Hearst: Facebook Live.

"Estávamos fazendo muitas transmissões pelo Facebook Live", diz ele. Para gerar tráfego, eles agora estão referenciando artigos relacionados na seção de comentários, para que os leitores possam clicar enquanto assistem.

Hearst publications on Facebook

  1. Abrace o conteúdo local

As melhores práticas sociais mudam rapidamente. O que funcionou no ano passado não funciona necessariamente agora.

Por exemplo, conteúdo local - vídeos, fotos ou algum outro tipo de recurso que é colocado no social primeiro - tornou-se muito maior do que antes.

"Em outros anos, se um vídeo ou foto viralizassem, poderia ter sido por sorte ou por acaso", diz Brady. "Agora é realmente estratégico. Para a maioria de nossas marcas, 30 a 50% mais de seu inventário diário Facebook é conteúdo local, que é um pivô enorme em relação a um ano ou dois atrás.

"Há algo libertador sobre isso como editor", acrescenta Lewis, "porque se você é um criador de conteúdo, o que você realmente quer é fazer com que alguém leia o seu conteúdo. A vantagem agora é que você começa a ver as plataformas sociais apenas como um lugar para o consumo versus um lugar onde você está tentando ‘jogar com sistema' para conseguir que algo aconteça".

  1. Use o Social para direcionar o tráfego

Uma estratégia que Boskovich tem visto como bem-sucedida em converter cliques de sites vindos de social media é virar a abordagem tradicional em sua cabeça.

"Temos nosso comentarista político Charles P. Pierce, que é um grande influenciador, mas também um enigma na internet", diz Boskovich. "A maior parte do seu tráfego estava vindo diretamente de pessoas que não só marcam seu blog, mas ficam nele o dia todo, atualizando a página e esperando por um post novo, o que é muito primitivo".

Assim, quando chegou a hora de ampliar sua presença social, a Esquire tomou uma abordagem retrógrada e desativou os comentários de seu blog, disse Boskovich. No final do post, a página dirigia as pessoas para uma nova página no Facebook construída para Pierce. Essa fanpage agora é uma das páginas “toddler" de crescimento mais rápido (também conhecidas como subpáginas ou páginas satélite) na Hearst Digital Media.

"Era uma maneira de capitalizar uma audiência cativa e muito leal e revertê-los para o social", explicou Boskovich. "E agora temos uma enorme audiência em sua página do Facebook que é leal e volta para o site."

Esquire Politics commentary from Charles P. Pierce

Brady disse que a Hearst experimentou um pouco com as subpáginas, mas compartilhou duas advertências para aqueles que consideram usá-las.

“Primeiro, você precisa ter muito conteúdo nativo, como vídeos, para ajudar a aumentar o pico da página. Se você não tem conteúdo, você vai sofrer, diz Brady."

"Não pode ser apenas uma página de links", disse Brady.

“Você também quer ter certeza de que está atraindo novas pessoas que talvez ainda não estejam conectadas com o carro-chefe. ”

"Se você vai canalizar muitos esforços para esta página secundária, você realmente precisa ter a certeza que essas pessoas não são suscetíveis de já estar dentro de sua página principal, ou você poderia muito bem colocar esse esforço nela e fazê-la crescer", explica Brady. "Você quer que os públicos sejam diferentes, mas rastreados de volta para a mesma fonte."

  1. Destaque-se com vídeos

O vídeo é outra estratégia para Elle que valeu a pena.

"O vídeo foi uma parte muito pequena do meu trabalho quando começamos, e agora é tudo", diz Kaufman, que teve um crescimento em suas visualizações de vídeo no Facebook em 2.000% no ano passado.

Para alcançar esse aumento, Elle diversificou suas fontes - e ajustou seu pensamento.

Elle tem uma equipe de vídeo que produz conteúdo original. A revista também transformou seu fotógrafo de rua em um cinegrafista, que logo estará adicionando uma GoPro em sua lista de equipamentos.

Entretanto, não foi um ajuste fácil.

"Há uma verdadeira tentação para nós em estruturar vídeos exatamente da maneira que fazemos matérias: aqui está o que aconteceu, com início, meio e fim", diz Kaufman. "Estamos tentando pensar em vídeos como se contassem sua própria história com sua própria maneira."

Os editores da Esquire tiveram que se preparar com a mudança também. Inicialmente, a equipe se opunha a ver suas histórias de mil palavras condensadas em vídeos de um minuto e meio. Porém, a equipe viu como eles ajudaram a dar aos leitores uma versão mais leve da história, convertendo mais leitores lendo artigos.

Outro benefício de usar vídeos em social media é que ele pode ser uma boa maneira de experimentar e testar novos tópicos.

A revista Marie Claire, por exemplo, postou um vídeo para o aniversário de Justin Trudeau (primeiro ministro do Canadá).

"Não foi algo que planejamos dedicar recursos ou escrever uma matéria sobre", diz Heyman. "Ele viralizou. Agora nós cobrimos cada um de seus movimentos, e isso é muito bom para nós”.

  1. Batalha das Marcas

Um dos desafios de uma empresa como a Hearst, que tem várias marcas sob seu guarda-chuva, é como diferenciá-las para seus públicos.

É especialmente complicado com marcas para mulheres, em que o público em grande parte está interessado ​​nos mesmos tópicos.

"Há tantas grandes marcas de mulheres na Hearst, e as audiências estão em grande parte interessadas nos mesmos tópicos, mas penso que elas têm vozes realmente distintas e audiências diferentes, então tentamos pensar nisso cobrindo os mesmos tópicos de uma forma mais específica", disse Kaufman.

Por exemplo, a leitora da Harper's Bazaar é um pouco mais artística e de classe alta do que a leitora da Elle. Então, se a Harper's Bazaar está fazendo uma matéria sobre “Dez bolsas de luxo para investir”, Elle poderia cobrir: "Este é o lugar mais barato para você comprar uma bolsa Louis Vuitton"

Boskovich concordou, acrescentando que os leitores vão para marcas específicas pela sua voz. "Se não dermos aos leitores uma razão para se preocupar com o que Esquire tem a dizer e porque isso é único, eles podem ir a qualquer lugar e conseguir o que querem", diz ele.

É importante entender no que o público está interessado e como falar sobre isso, para que os leitores se conectem emocionalmente.

  1. Deixe a Plataforma te guiar

Quando se trata de crescer, Brady sugere deixar as plataformas te guiarem um pouco.

Com novos recursos surgindo todos os dias, esteja pronto para experimentar, mergulhar e tentar coisas novas, como vídeos 360º e vídeos verticais.

Pessoas vão prestar atenção em você e será realmente gratificante vê-lo oferecer algo fresco, novo e visualmente atraente.

*Texto original publicado no Blog Beyond Bylines: The Secret Sauce: Hearst Experts Share 9 Strategies for Social Media Success

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: dicas, redes sociais, social media

Briefing Essencial para Entrevistas

 

Seu comunicado de imprensa cruzou o fio e lançamentos foram enviados: Peter Mansbridge em breve entrará em contato solicitando uma entrevista.

À medida que os pedidos chegam, certifique-se de que o seu porta-voz da imprensa está devidamente preparado para cada entrevista, com um briefing sobre a entrevista e o veículo que vai entrevista-lo. Esta ferramenta essencial destaca informações úteis sobre o repórter e reitera todos os pontos de fala importantes. Por ser algo breve, este deve ser claro, conciso e objetivo. Assim, seu porta-voz pode olhar durante a chamada, ou rever rapidamente no caminho.

Seja o mais claro possível

Inicie o briefing da entrevista com todos os detalhes logísticos do compromisso. Por várias razões, nem todos os porta-vozes lerão até o fim, por isso não se esqueça de colocar as informações mais importantes primeiro.

O que:

Coloque as palavras "entrevista à imprensa" no título para diferenciar este documento de qualquer outro item que possa ser empilhado na mesa do seu porta-voz.

Quem:

Inclua o nome, título e foto do jornalista, juntamente com o nome e local de sua saída. A foto é importante! A personalização pode ajudar o entrevistado a se sentir mais confortável, especialmente se o jornalista e o porta-voz não se conhecem e se essa entrevista acontecer ao telefone.

Quando:

Organize da melhor forma. Revise as diferenças de fuso e tenha certeza dos horários marcados. (PS: se você estiver reservando entrevistas em um calendário para um porta-voz em outro fuso horário, faça um teste para garantir que as configurações do calendário de todos estão ajustadas).

Onde:

Vamos deixar seu porta-voz no local e hora exatos. Atualmente, a maioria das entrevistas com os meios de comunicação são realizadas por telefone. Seja claro sobre os detalhes da ligação, incluindo quem está chamando quem, e indique se alguém estará na linha. Não se esqueça de incluir as senhas da linha da conferência ou outros códigos adicionais.

Se a entrevista estiver em um estúdio de transmissão ou em outro local externo, inclua um mapa e diga ao seu porta-voz o tempo aproximado para se deslocar até o destino. Certifique-se de adicionar detalhes relevantes sobre o acesso.

Como:

Verifique se não há dúvidas sobre como se dará a entrevista. Por exemplo, o porta-voz irá para o estúdio ou você combinou um traslado pare ele? Você será o anfitrião da teleconferência ou será o porta-voz que o fará? Você vai fazer apresentações na chamada?

Por quê:

Faça uma declaração muito breve descrevendo por que esta oportunidade surgiu: “Esta entrevista resultado do anúncio que fizemos ontem sobre o novo produto. Esta entrevista é um resultado do anúncio de demissões desta manhã. Esta entrevista é o resultado de um tom proativo associando nosso produto com escolhas saudáveis de estilo de vida para adolescentes. ”

O repórter leu o seu press release? Receberam as principais informações? Qual é o seu nível de conhecimento sobre a questão que eles querem discutir? Forneça o quanto puder de informações em qualquer circunstância.

(NOTA: Certifique-se de que o seu porta-voz leu o mesmo material que o repórter.)

Objetivos da entrevista

Que tipo de resultado queremos com esta entrevista? Liste de 1 a 3 objetivos para que seu porta-voz possa enquadrar suas respostas de acordo com o objetivo desta ação. Aqui estão alguns exemplos de metas que você pode ter:

  • esclarecer esse mal-entendido sobre a alegação de saúde do nosso produto
  • apresentar nossa empresa a esta mídia com uma boa visão geral de nossos pontos fortes
  • explicar os resultados da pesquisa com mais detalhes a medida em que eles se relacionam com a localização do repórter

Mensagens-chave

Que mensagens-chave queremos transmitir na entrevista? Liste as três primeiras aqui. O ponto de vista de uma entrevista na perspectiva do repórter é muitas vezes para obter uma citação única, por isso certifique-se que seu porta-voz pode retransmitir suas mensagens-chave de forma confortável e sucinta. Idealmente, o seu porta-voz foi selecionado por sua familiaridade com o material, mas adicione algumas dicas "essenciais" a esta seção, como pontos de dados relevantes para o objetivo, estatísticas ou nomes de produtos.

Fatos úteis sobre o entrevistador

Dê ao seu porta-voz alguns antecedentes sobre o entrevistador, como o assunto que eles cobrem geralmente e quais são os veículos que eles trabalharam anteriormente.

Inclua links para perfis de social media do repórter no caso de seu porta-voz querer mais detalhes. Se o entrevistador teve alguma interação anterior com seu porta-voz ou empresa, inclua detalhes aqui.

Informações sobre o tipo de mídia

Dê um breve resumo sobre o tipo de mídia do jornalista, se é impressa, rádio, TV, web ou blog. Inclua links para o site e perfis nas redes sociais, bem como detalhes sobre o tamanho, proeminência e demografia da audiência. Adicionar qualquer outra coisa que você sinta que pode ser relevante aqui para dar ao seu porta-voz uma melhor compreensão do público que a matéria publicada/divulgada abrangerá.

 Cobertura Recente

Compile uma lista curta de links para matérias relevantes em que o entrevistador trabalhou no passado para dar uma ideia do seu estilo. Inclua datas, nome (se for diferente) e se as publicações mencionam sua empresa ou seus concorrentes.

O que você incluiria no seu media briefing? Deixe nos comentários ou mande um tweet em @prnewswirebr

*Texto original publicado no Blog Beyond The Wire: Media Interview Brief Essentials

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: briefing, mídia, Jornalismo

5 dicas para Marcas combaterem notícias falsas com Press Releases

Não há como escapar à ameaça iminente do rótulo de "notícias falsas" - para a mídia e, potencialmente, como uma enorme crise de relações públicas para os comunicadores. De acordo com o Cision’s State of the Media Report de 2017, os jornalistas disseram que recuperar a confiança no meio da ascensão da desinformação e das notícias falsas é um dos maiores desafios que a mídia enfrenta este ano. 91% dos jornalistas relatam que o público perdeu a confiança na mídia nos últimos três anos.

Profissionais de RP e comunicadores enfrentam o mesmo desafio que a imprensa e devem ter cuidado para evitar até mesmo a aparência de conteúdo falso ou enganoso. Mas isso não é novidade para eles. Os comunicadores sempre entenderam que a transparência e a clareza beneficiam a história da marca. É assim que eles mantêm a confiança do público, que aceitam seu conteúdo desde que tenha uma visão completa do que é e de onde vem. É assim também que os comunicadores mantêm a confiança dos jornalistas.

Os jornalistas entrevistados no Cision’s State of the Media Report classificaram os comunicados de imprensa e o lead de um press release como os principais recursos de RP. As oportunidades de mídia e cobertura de imprensa conquistadas dependem fortemente da integridade das histórias das marcas. Sem ela, uma marca compromete não apenas suas relações com à imprensa e seus clientes, mas também correm o risco de retrocesso e danos à marca.

A PR Newswire fornece um canal confiável para compartilhar a história da sua marca com novos públicos. E como um distribuidor controlado e confiável para a mídia, a PR Newswire impõe diretrizes rígidas sobre clareza e atribuição, para garantir que o conteúdo é visto como preciso - a antítese de "notícias falsas".

Proteja-se com estas cinco diretrizes que a PR Newswire defende em cada versão que distribuímos, para garantir que sua organização mantenha a credibilidade junto ao público:

  1. Título Simples e Direto

Sendo a porta de entrada para o seu conteúdo, o título deve ser claro e envolvente. Deve também ser um teaser honesto do que está a seguir, a fim de manter a confiança. Se você fizer uma promessa em seu título, certifique-se de cumprir essa promessa em seu conteúdo. E geralmente é sempre bom incluir sua empresa ou marca, para que fique claro para os jornalistas e o seu público de onde sua notícia se origina.

  1. Texto claro e objetivo

Abrace a perspectiva da sua marca e escreva claramente a partir desse ponto de vista. Atribua quaisquer declarações de análise ou opinião à sua organização. É mais provável que as audiências confiem em seu conteúdo se você for honesto com quem está lendo o seu conteúdo. Isto estende-se a citações também, que enriquecem seu texto e fornecem aos jornalistas uma citação para ser usada em sua matéria.

  1. Fonte Confiável

PR Newswire inclui uma nota identificando a fonte de todos os press releases que distribuímos. Junto com uma atribuição clara dentro do release, esta fonte conversa com a mídia e outros leitores sobre a empresa ou grupo responsável pela informação. A imprensa sabe que a PR Newswire veta as organizações com as quais trabalhamos, para que possam confiar que a notícia é verdadeira e entender quem é responsável por essa notícia.

  1. Contato de imprensa disponível

Seu contato de imprensa deve ser uma pessoa real, com um número de telefone corporativo e um endereço de e-mail. Os jornalistas preferem não ser direcionados para um número de 0800 ou um site para obter informações - o que torna seu trabalho mais difícil, diminuindo as chances de publicação.

  1. Voz autêntica

Uma vez que você ganhou a confiança do seu público por meio das táticas acima, trabalhe para mantê-la. Como? Seja firme em dizer toda a verdade. E mantenha a credibilidade da sua organização. Há momentos em que faz sentido para uma empresa participar de uma conversa sobre um tema oportuno, como quando uma instituição financeira escreve sobre uma recente mudança para o código tributário, por exemplo.

Essa é uma liderança de pensamento valiosa. Basta deixar claro quem é sua organização, sua conexão com o tópico e por que o público deve vê-lo como um especialista.

Uma vez que seu conteúdo esteja pronto para ser compartilhado, conecte-se a um parceiro de distribuição confiável como a PR Newswire para ajudá-lo a envolver públicos-alvo novos e existentes, e desenvolver uma estratégia de press releases que ajude a melhorar a credibilidade e a visibilidade da sua marca.

 

*Texto original publicado no Blog Beyond PR, por Jennifer Tolhurst: Five Ways Brands Can Combat Fake News with Press Releases

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Operação Carne Fraca e seus impactos na marca

Esta semana fomos bombardeados por uma enxurrada de notícias sobre a operação carne fraca. Deflagrada pela polícia federal na última sexta feira (17), a ação tem como objetivo combater a venda ilegal de carnes no país.

O tema é polêmico e a imprensa não perdeu tempo. No Brasil não se fala em outra coisa. Virou o assunto da semana entre a maioria das pessoas que utilizam as redes sociais como uma forma de manifestar sua opinião. Tamanha foi a repercussão que a notícia correu o mundo, ganhando destaque internacional em jornais de grande relevância como o Financial Times, Le Figaro, Wall Sreet Journal e Clarín.

A consequência de tudo isso não poderia ser pior. Além de todo o prejuízo financeiro, há uma forte crise de imagem acontecendo com as principais marcas do mercado. 

Para tentar amenizar os danos à reputação dessas marcas, é preciso colocar em prática um plano de gerenciamento de crise, robusto, que contemple diversas ações, minimizando os prejuízos e fazendo a sua mensagem chegar a todos os stakeholders.

A PR Newswire oferece diversas soluções que dão suporte às empresas em momentos de crise. A Auditoria de Imagem faz uma análise criteriosa e detalhada sobre os principais veículos e jornalistas do segmento, mostrando o que a imprensa está publicando sobre a sua marca e a dos seus concorrentes, e quem são os promotores e aqueles que se comportam como detratores. Ainda, a Auditoria de Imagem posiciona a sua exposição frente aos players do mercado.

A solução facilita a visualização dos indicadores, contribuindo para que as ações neste momento de crise, sejam mais assertivas. Para saber mais acesse o link Auditoria de Imagem 

Texto original por Ana Luiza Oliveira - Gerente de Comunicação e Marketing LatAm PR Newswire

Tags: Auditoria de Imagem, gestão de crise, gestão de marca, operação carne fraca

Onde o marketing multicanal se encaixa em sua estratégia?

Pense em seus hábitos de tecnologia em um determinado dia. Você pode acordar, se espreguiçar e checar se há mensagens no seu telefone. Depois, quando você chegar ao escritório, você estará no seu computador... exceto quando você tem uma reunião externa e leva seu notebook. Mais tarde, quando você chega em casa, você pega seu tablet para relaxar um pouco.

Vivemos na era de multi-telas. Como consumidores digitais, escolhemos o dispositivo que melhor se adequa às nossas necessidades. Levamos um smartphone no bolso para onde formos. Um tablet para entretenimento. Um computador para o trabalho.

Mas se colocarmos nossos chapéus de marketing por um momento, também temos que considerar este fenômeno multicanal. Por um lado, torna-se mais difícil chegar aos consumidores porque cada ferramenta oferece uma experiência ligeiramente diferente visualmente e funcional. Por outro lado, se bem aproveitada, uma abordagem de marketing multicanal pode oferecer diversos benefícios.

Você sabe onde estão seus clientes?

Parte de conhecer intimamente o seu público-alvo inclui saber em quais dispositivos ele passa o tempo e como usa cada um deles. Isso pode exigir algumas pesquisas de mercado específicas em sua base de clientes. Mesmo que no geral, a estatística de que 60% de todo o tempo digital é gasto em um telefone seja verdade, pode não se aplicar ao seu caso se você estiver atendendo a uma audiência com 60 anos ou mais.

Valem a pena o tempo e o investimento financeiro para entender os hábitos de seus clientes e como eles usam smartphones, tablets, laptops e desktops. Esta é a base para você começar a construir sua estratégia de marketing multicanal.

Cross Device – conecte o conteúdo entre os dispositivos

Com a tecnologia e a estratégia adequada, você pode fornecer uma experiência perfeita para seu público-alvo, que transita de dispositivo para dispositivo. Por exemplo, alavancando as ferramentas Cross-Device e Retargeting do Google, você pode garantir que, se um potencial cliente interage com seu conteúdo de marca ou anúncio em um dispositivo, essa ação os seguirá para outros dispositivos e continuará recomendando seus produtos ou serviços.

Você precisa “ligar os pontos” entre os dispositivos para que a experiência não seja diferente entre eles, mas coerente. Se você está promovendo um concurso em seu site móvel, certifique-se de que você também está promovendo-o em seu site principal, bem como mídias sociais e outros meios.

Preste atenção aos resultados

À medida que a análise ficar mais sofisticada, seremos capazes de identificar de quais dispositivos as pessoas estão interagindo melhor com nossas marcas. Esta informação é extremamente útil na formação de futuras campanhas de marketing, então fique a par dos dados.

O futuro envolve consumidores conectados em mais de um dispositivo - às vezes ao mesmo tempo. Entendendo isso como profissionais de marketing, teremos um potencial incrível para nos conectar com eles.

*Texto original publicado no Blog Beyond PR: Where Does Multi-Channel Marketing Fit into Your Strategy?

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: marketing, multiplataformas, canais, multicanal

Por que Adotar o 'Livestreaming' em sua Estratégia de Conteúdo

Nos últimos meses vimos que o conteúdo em vídeo se tornou prioridade para muitas ferramentas de marketing. No ano passado, sua popularidade mudou a forma de trabalhar dos profissionais de comunicação. Ao invés de vídeos gravados, as transmissões passaram a ser feitas em tempo real, com erros e tudo.

As pessoas adoram a espontaneidade dos vídeos ao vivo, e as marcas perceberam que essa é uma ferramenta muito eficaz.

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Então, como colher os benefícios do livestreaming para sua marca? O que você precisa saber?

Primeiro: Quem é o seu público?

O público de transmissões ao vivo tende a ser mais novo (faixa etária abaixo dos 30 anos), dependendo do canal. E há muitos canais livestreaming: Facebook Live, YouTube Live, Twitch e Periscope são alguns dos mais famosos.

Por isso, é importante conhecer o seu público e determinar quais os canais são usados por ele. Por exemplo, meu filho de 12 anos de idade acha que o Facebook é para pessoas mais velhas como eu, por isso prefere usar o Twitch e o YouTube para assistir seus vídeos ao vivo. Saber que você não consegue atingir o público teen no Facebook, pode ser importante para sua estratégia.

O que as pessoas querem assistir?

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Estamos nos afastando do desejo “voyeurística” de ver as pessoas fazendo coisas comuns em vídeos. Abaixo estão algumas estratégias que estão atraindo o público:

  • Perguntas e respostas com um representante da empresa
  • Demonstrações de produtos
  • Transmissão de eventos ao vivo
  • Lançamentos de produtos
  • Novidades de influenciadores

Mas, não se limite a isso, deixe a criatividade falar mais alto. Pense em seu público e considere que tipo de conteúdo funcionará melhor com ele. Se as pessoas adoram seus posts de sexta-feira no Facebook, mais despojados, adote essa abordagem para seus vídeos nesse dia da semana. Tente fazer um livestreaming como teste.

Vantagens das transmissões ao vivo

A parte mais legal sobre livestreaming é que ele fica disponível mesmo após a sua transmissão. Se você transmitir um vídeo ao vivo por 20 minutos no Facebook, ele será arquivado em seus vídeos e as pessoas poderão vê-lo ao longo do tempo.

Outra vantagem é que pessoas que não conhecem sua marca podem encontrá-la por meio do livestreaming. As transmissões têm grande potencial de expandir seu alcance com pouco esforço (e zero investimento).

Definitivamente o Livestreaming deve ser considerado em sua estratégia de marketing. Ele é essencial para suas mídias sociais e em outros aspectos do seu plano de marketing!

Saiba mais sobre vídeos de marca com o Video Production Boot Camp da PR Newswire para ajudar você a se preparar para sua próxima produção.

Imagens: Pixabay 1 e 2.

*Texto original publicado no Blog Beyond PR: Should Livestreaming Be a Part of Your Social Strategy for 2017?

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

 

 

Tags: live streaming, conteúdo, Digital Marketing, social media

Curadoria de Conteúdo em um Mundo Multimídia

Quando se trata de marketing digital, a curadoria é um processo de seleção, organização e apresentação de conteúdo para melhorar a experiência do usuário. Profissionais de comunicação são especialistas neste quesito e empregam seu tempo para analisar cuidadosamente e determinar qual material é mais relevante para o público.

Mesmo as plataformas de conteúdo mais importantes como o YouTube, Amazon, Facebook e Apple, investem em um modelo gerenciado por pessoas. A Digiflare, uma empresa de tecnologia especializada em exibição de conteúdo e engajamento do usuário, recentemente escreveu um post que diz que os usuários receberão conteúdo selecionado por pessoas reais, e que isso melhorará a conexão com seus serviços baseados na confiança e em uma experiência autêntica.

Com a abundância de informações, a curadoria automatizada e baseada em algoritmos é frequentemente usada para criar uma solução “satisfatória”. A Netflix e o Spotify usam algoritmos automatizados para personalizar a experiência do usuário. Em entrevista ao site de notícias Business Insider, o vice-presidente de inovação de produtos da Netflix, Chris Jaffe diz que a plataforma tem cerca de 90 segundos para convencer o usuário a assistir a algo antes de abandonar o serviço. Essa é a razão pela qual um algoritmo automatizado funciona melhor para eles. A Netflix também introduziu variáveis em seu mix para que a experiência não seja excessivamente personalizada para os usuários. Por exemplo, Jaffe gosta de dramas da tevê, então o sistema também irá oferecer a ele um documentário ou uma comédia para que ele saiba que existem mais opções na Netflix do que apenas dramas. O algoritmo pode ajudar, mas ele às vezes também erra.

Imagem cedida por Tumblr, charmingorangutan, via Mashable

Que tipo de curadoria é mais eficiente? A resposta depende das necessidades de cada empresa.

No entanto, embora a automatização tenha suas vantagens, devemos pensar que curadoria de conteúdo não é apenas aumentar a quantidade de material. Peter Sweeney, fundador da empresa de inteligência artificial Primal, sugere que “é um processo editorial de contar histórias de forma organizada e em torno de uma marca ou propósito com o objetivo de criar um cenário que envolva o público”. Ainda temos que encontrar um algoritmo que entenda o conceito do conteúdo de qualidade. E como Michael Silberman, gerente geral de mídia digital na revista New York aponta, “Os seres humanos são muito bons em descobrir o que outras pessoas podem considerar interessante”.

Isso explica porque a CNW usa a curadoria de conteúdo para aumentar seu feed de notícias online, criando um site de notícias que se esforça para atrair mais leitores e promove o melhor conteúdo do dia em sua homepage.

Antes e agora

Isso é ótimo para quem procura visibilidade para suas notícias, já que elas – quando em destaque – podem obter até 2.000% mais visualizações no site newswire.ca!

Enquanto certos elementos do site são preenchidos de forma automática, como as seções “Posts do Blog Mais Populares” e “Liderança de Pensamento”, a área “Notícias em destaque” é curada três vezes por dia e é aí que a equipe editorial da CNW entra. Ao longo do dia, a equipe examina o feed de distribuição de releases e procura o conteúdo que merece ser destacado. O processo requer julgamento editorial, conhecimento dos tópicos que vão além do domínio newswire.ca e requer a habilidade da equipe para detectar essa notícia.

A equipe também faz a curadoria da seção “Hot Topics”, que reflete os tópicos mais populares e oportunos por várias razões. Por exemplo, estamos atualmente apresentando o 150º aniversário da Confederação do Canadá, pois é um ponto de discussão principal para muitos clientes da CNW neste momento, bem como os lucros das empresas no quarto trimestre de 2016. As páginas de notícias de mercado também são curadas.

Como chamar a atenção dos curadores de conteúdo

Comece com um ótimo título. Nossos curadores procuram temas que atraem a atenção dos leitores para que eles cliquem e leiam. Os títulos devem ser breves (menos de 100 caracteres) e descritivos, já que nossa plataforma de gerenciamento de conteúdo criará uma URL de página com base nesse título. Isso ajuda a melhorar o conteúdo para SEO e também o torna compartilhável. Se você precisar de mais dicas de notícias, consulte este guia.

Nossos curadores também são fãs de lindas imagens. Alguns press releases são selecionados por causa de uma fotografia incrível! Bons elementos multimídia também impulsionam o engajamento, compartilhamento social e a escolha da mídia. Em um estudo encomendado pela CPRS Toronto 2016, quase metade dos jornalistas indicaram que eles são suscetíveis a usar conteúdo multimídia (fotos, vídeos, infográficos, etc) em suas notícias. Nas redes sociais, tweets com imagens recebem 150% mais retweets do que aqueles sem imagens. Posts no Facebook com imagens recebem 2,3 vezes mais engajamento do que aqueles somente em texto.

A curadoria humana tem espaço na sua empresa? Que fatores você considera ao fazer a curadoria de conteúdo?

*Texto original publicado no Blog the Wire: Curating Content in a Multimedia World.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Tags: marketing, conteúdo, curadoria

5 Dicas Essenciais para um Fotógrafo Iniciante

Elementos multimídia são essenciais em qualquer tipo de conteúdo - especialmente online.

Pense nisso: Se um artigo tem uma imagem que desperta a sua atenção ou um infográfico interessante, você provavelmente irá compartilhá-lo.

Porém, existem alguns temas interessantes que devem ser trabalhados antes de criar uma imagem informativa ou fotografar. Uma foto clara e limpa melhora a sua narrativa.

Abaixo temos cinco dicas que você deve considerar para garantir a melhor foto possível. Elas se aplicam se você usar uma câmera profissional (DSLR), mobile ou digital.

1- RAW

Os arquivos RAW costumavam ser interessantes apenas em câmeras DSLR. Agora, com a tecnologia e a constante inovação em dispositivos móveis, iPhones e Galaxies também podem salvar fotos como arquivos RAW.

Eles são arquivos enormes por conta do grande número de informação que eles contêm. Esse formato é imprescindível se você planeja usar um software de pós-produção, como Adobe Lightroom ou Photoshop.

Mas, só por isso é importante?

Uma foto RAW é a imagem exata capturada pela câmera. Por isso, processar esse formato, como mudar sua exposição ou fazer qualquer outro ajuste, deixa sua foto muito mais limpa.

Se você usar um smartphone Android, mude a configuração para profissional no app da câmera, esse ajuste permite que você salve suas fotos em RAW. Em um iPhone, os usuários do iOS 10 agora podem salvar arquivos RAW, por meio de alguns aplicativos como os Obscura CameraManualCamera+, entre outros. Em uma câmera DSLR, isso pode ser feito nas configurações (câmera > qualidade > RAW).

Aqui está um exemplo de algumas edições que podem ser feitas no Photoshop em um arquivo RAW:

2- Alerta de Sombra

Sempre que olhamos para algo, como o rosto de uma pessoa, nosso cérebro filtra as sombras para que possamos enxergar com maior perfeição. No entanto, é fácil se esquecer disso ao olhar através do visor da câmera.

Por isso, em fotos impressas, seja ela grande ou pequena, as áreas sombreadas serão mais escuras e exageradas do que as vistas a olho nu.

Sombras escondem detalhes da foto. Se elas estiverem no enquadramento, isso significa que a câmera não receberá nenhum detalhe dessa região e o resultado pode não ser o esperado.

A composição na foto acima não é das piores, mas as sombras criadas pelo semáforo cobrem diretamente o rosto do policial. Elas distraem o olhar e o tornam pouco visível.

O problema pode ser resolvido, movendo o oficial alguns metros para a esquerda e para a luz solar.

Às vezes, as sombras são inevitáveis ​​- especialmente se você tem que tirar uma foto no meio do dia, quando o sol está no seu ponto mais alto.

Os melhores momentos do dia para se fotografar são nas primeiras horas da manhã e no final da tarde, pouco antes do pôr do sol, quando a luminosidade está no seu ponto mais baixo no céu. A luz fraca significa que ela se dispersa por igual, eliminando sombras carregadas, facilmente encontradas durante o meio-dia e a tarde.

Caso seja inevitável e você tenha que tirar uma foto em um horário pouco apropriado, a melhor maneira de combater esse problema é compor uma foto sem muitas sombras, deixando-as menos visíveis ou distrativas. Você também pode usa-las a seu favor, colocando o objeto a ser fotografado inteiramente na parte sem luz, assim você conseguirá manter o mesmo nível de iluminação (sombra + objeto na sombra).

3- Branco = Perigo

Assim como evitar sombras, outra coisa que devemos prestar atenção é o excesso de cor branca na foto.

Como regra geral, se estou fotografando em um dia nublado ou se há muitos objetos brancos no meu enquadramento, devo diminuir a exposição das minhas fotos para evitar ter o céu completamente branco e aparecendo (em termos técnicos de fotografia) “blown out ou estourado”.

Se você mora em uma área onde dias nublados são comuns, isso não é fácil de ser evitado. Tente usar a subexposição para minimizar esse efeito e facilitar a correção na pós-produção.

Caso contrário, quando algum elemento na foto se torna totalmente branco, é difícil trazê-lo de volta – não importa o software que você use para edição. Às vezes não há problema, se for apenas um pequeno pedaço da foto. Mas, tente evitar um céu completamente branco que ocupe metade da imagem.

O GIF acima é um bom exemplo do porquê fotografar em RAW é importante. Ele mostra como trabalhar com um céu totalmente “estourado” na pós-produção.

4- O Segredo é a Composição

Um dos elementos mais importantes ao tirar uma foto bem composta é o enquadramento do objeto que se deve destacar.

Ter muitos pontos focais na sua lente pode criar uma foto caótica e desorganizada, tornando-a confusa para o público.

Escolha um ou dois pontos focais e posicione-se para que o plano de fundo os complete na foto. Não tenha medo de ser criativo!

Pense com diferentes perspectivas – imagine a visão de um pássaro ou se coloque próximo ao chão. Isso dará ao seu público um ponto de vista diferente de um objeto comum.

Na foto acima, usei as flores de cerejeira para criar um quadro ao redor do Memorial Jefferson. Este tipo de técnica cria profundidade e enfatiza o ponto focal da imagem.

5- Justaposição é sua amiga

Quando você enquadrar sua foto no visor da câmera, procure as principais linhas na geografia da cena, ou crie uma própria utilizando a justaposição.

Linhas podem ser encontradas por toda parte: na arquitetura e na natureza. Por exemplo, se o assunto da sua foto for uma árvore, não basta centralizá-la. Procure uma cerca, banco ou calçada que você possa usar para equilibrar a foto, como uma linha diagonal apontando diretamente para a árvore.

Ou, se o tema da sua foto estiver em primeiro plano, balance-o com um objeto ao fundo, criando as linhas principais. Direcione o olhar do público para o que você quer que eles vejam.

Neste caso, os trilhos, as linhas nas calçadas e as criadas pelas lâmpadas de rua estão todas em direção ao homem na plataforma.

Dica Extra: A melhor coisa que você pode fazer por suas fotos é tirá-las no início da manhã ou da noite, já que a iluminação terá o maior impacto sobre o produto final. No entanto, não se preocupe em criar fotos perfeita. Se você gostar da sua foto, seu público provavelmente irá apreciá-la também.

Links Úteis:

Eu realmente gosto dessas dez dicas da Artifact Uprising sobre fotos de paisagens e que também podem ser aplicadas a tudo que você quiser fotografar. Elas têm mais detalhes sobre iluminação e configurações da câmera para ajudá-lo a conseguir a melhor foto.

O site Outdoor Photographer  tem guias para diferentes tipos de fotografia, como esportes ou viagens, e traz dicas de edição de fotos. Ele também fala mais sobre fotos em RAW e como trabalhar com elas no Photoshop.

Photography Concentrate é um excelente recurso e traz tudo sobre fotografia. Tem uma infinidade de posts sobre iluminação, composição, edição, retoque e imagens em preto e branco. Sempre recorro a ele quando preciso de alguma ajuda em fotografia ou se estou com um problema que eu não posso resolver sozinho.

Precisa de belas imagens? Inscreva-se grátis no PR Newswire for Journalists e encontre imagens, áudios, vídeos e muito mais.

*Texto original publicado no Blog Beyond Bylines: 5 Essential Tips Every Beginner Photographer Should Know.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Tags: Fotografia Digital, Dicas, fotografos

Por que o Google não te Ajudará a Encontrar Influenciadores

No ano passado, o marketing de influência superou todas as outras ações de comunicação como a melhor maneira de atingir seu público.

Ao considerar que, para cada dólar gasto, o ROI de um influencer marketing é de US$ 6,50 fica fácil entender o porquê. O segredo para conseguir esse alto retorno depende do influenciador envolvido e sua relevância perante ao público.

Desde seu lançamento, há duas décadas, o Google é a fonte mais procurada pelas pessoas para obter informação e tirar as mais diferentes dúvidas. Ele sabe tudo, certo?

Quando se trata de comunicação, o Google é uma solução rápida para a maioria das nossas perguntas. Gera milhares de resultados em uma fração de segundo. Mas, e quando se trata de encontrar influenciadores? Nesse caso, os profissionais de comunicação não terão muito sucesso.

Aqui estão algumas ideias interessantes antes de usar o Google como forma de encontrar os influenciadores certos para sua marca.

Os resultados do Google são vastos

Dê uma Googada: “influenciadores de moda São Paulo”. A ferramenta de busca produz 118.000 resultados, enquanto quando se pesquisa por “Blogueiros de comida” o Google apresenta mais de 714.000. Examinar esses resultados para separar os influenciadores reais e encontrar aqueles que são mais relevantes para a sua marca é uma tarefa trabalhosa e demorada.

Os resultados não são segmentados

A pressão pode resultar em uma abordagem muito abrangente para os profissionais de relações públicas. Para uma marca que pretende engajar e construir relacionamentos duradouros com influenciadores, um bombardeio de e-mails não irá ajudar. Os comunicadores precisam descobrir quais influenciadores são mais persuasivos com seu público para então decidir se ele pode se tornar uma aposta a longo prazo.

 

Deixe as planilhas da velha escola para trás

Com o constante surgimento de novos influenciadores, atualizar manualmente suas planilhas de contatos é quase uma missão impossível. Uma boa solução é ter um banco de dados apoiado por uma equipe de pesquisa dedicada. Isso fornece informações detalhadas sobre as preferências de abordagem que um influenciador prefere, seu número de seguidores, tipos de conteúdo e suas atividades nas redes sociais, muito mais rápido do que você poderia conseguir trabalhando sozinho. Com essas informações, os profissionais de comunicação podem personalizar suas mensagens para criar uma aproximação. 

Algumas soluções, como a Cision Communications Cloud™, são robustas e permitem incluir também um recurso de e-mail que, quando usado em conjunto com ferramentas de criação de lista, permitem que os usuários monitorem sua taxa de abertura, respostas e outras atividades para descobrir quais mensagens estão gerando mais resultados. Com um banco de dados de mais de 1,6 milhões de contatos de mídia e 300.000 influenciadores digitais, a plataforma oferece dados ricos e insights preciosos para aperfeiçoar suas estratégias de divulgação para influenciadores e acesso VIP o seu público-alvo.

Para saber mais, leia nosso whitepaper The Five Truths of Modern Media Targeting.

Para solicitar uma demonstração da Cision Communications Cloud™, clique aqui.

*Texto original publicado no Blog Beyond Bylines: Why Google Won't Help You Find Influencers.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

 

Tags: #influenciadores #google #relaçõespúblicas #rp

Seja Atrevido na Mídia Social

Social Media Humor   

A equipe de mídias sociais da marca Wendy começou 2017 fazendo barulho por conta de suas respostas épicas às perguntas dos clientes. Tudo começou na semana passada quando o usuário do Twitter @NHRide questionou o slogan da marca “fresh, never frozen beef” (“carne fresca, nunca congelada”).

Wendys-Sassy

O site Mashable, sobre mídia digital, falou com Amy Brown, gerente de social media da Wendy, que diz acreditar que o sucesso da marca nas redes sociais está em não seguir regras. “Eu acho que a autenticidade é fundamental tanto para as marcas como para qualquer pessoa que quer usar o Twitter. E claro, ser engraçado também não faz mal”, disse Brown. O site elogia a marca Wendy por não seguir “o modelo clássico” com frases prontas como “Desculpe por isso, por favor, ligue para * inserir número de telefone aqui * para mais informações” fórmula clássica em relações públicas. “Pelo contrário, a equipe cria respostas personalizadas de forma inteligente, provocativas e engraçadas que parecem ter sido escritas por um amigo”.

O funcionário do Washington Post, Gene Marks, também aplaude essa estratégia, lembrando aos leitores que “a mídia social se trata de aproveitar oportunidades, gerar engajamento, e dar opiniões. Ser sarcástico, engraçado e às vezes controverso”. Marks acrescentou: “Profissionais de social media espertos como Amy Brown, sabem que tudo em relações públicas é bom. Mas a sua marca está disposta a arriscar, e com isso, gerar ainda mais atenção para si mesma.

Se atenção é o que você procura e acredita na capacidade da sua equipe, seja atrevido. Isso é o que gera destaque na internet!

Primeiro pense um pouco sobre como fazer isso. Lembre-se, não há uma única estratégia de mídia social para marcas, da mesma forma como não vemos graça em todas as piadas. O que funciona para você pode não funcionar para outra marca.

Aqui estão algumas perguntas que valem a pena para determinar como sua marca pode se encaixar nas redes sociais.

Quem é seu público?

Humor, ironia e sarcasmo são subjetivos. Seu sucesso dependerá da receptividade do público para sua aproximação. Se você não tem certeza de quem são seus seguidores ou o que eles podem achar engraçado, é hora de coletar algumas informações psicográficas usando técnicas de monitoramento social ou com a ajuda de um software de inteligência social. A Cision, usou sua plataforma de inteligência social para mostrar o quanto é possível aprender: A empresa analisou mais de oito milhões de tweets dos fãs de Major League Baseball (MLB) nos Estados Unidos e descobriu todo tipo de informação, incluindo sua preferência musical, comediantes preferidos e comida favorita.

Você pode ter um público diferente de acordo com a plataforma, por isso seus posts no Facebook podem exigir um tipo de humor distinto do Twitter.

Quais são seus objetivos?

Antes de decidir se o humor funciona para sua marca, você precisa saber quais são seus objetivos em cada plataforma, que podem incluir o aumento do engajamento, gerar awareness para a marca e conquistar novos clientes. Dependendo do que você procura, participar de brincadeiras e se tornar um viral pode ser exatamente o que você precisa, ou não. Apenas use alguns indicadores de desempenho (KPIs) para acompanhar o progresso dos seus objetivos.

  Potencialize o Alcance da sua Mensagem

Qual é a personalidade da sua empresa?

Seu estilo de interação social deve estar alinhado à personalidade da sua marca. Evite ser engraçado se isso não é uma característica da sua empresa. Com isso, talvez você atraia uma legião de seguidores, porém que não se encaixam no perfil dos seus clientes. Dito isto, não há nenhuma razão para que mesmo uma empresa séria não possa ter um lado mais descontraído. Trabalhe com outras áreas dentro de sua organização, para determinar o tom adequado à sua marca. “A mídia social é onde todas as disciplinas se fundem e requer as habilidades de todas elas para gerar o máximo valor”, disse David Jones, diretor e estrategista da Social Lab Inc.

Você tem uma política de mídia social?

Certifique-se de ter uma política de mídia social que descreve como você vai interagir com as pessoas online e inclua uma nota especial sobre o gerenciamento de trolls. Isso ajudará a orientar sua equipe. Quanto tempo você deve interagir com alguém que está claramente atrapalhando você, por exemplo. Três respostas? Dez? Até que desistam? Inclua outras informações, como qual membro da equipe será acionado se sua marca estiver sendo atacada. Inclua exemplos de respostas aceitáveis, que podem ou não conter humor. Aqui está um bom exemplo de política de comentários na mídia social.

Se você realmente quer adotar um tom mais cômico e sério, considere abrir uma conta diferente para o atendimento ao cliente. A principal conta da Netflix no Twitter do Canadá fala sobre cultura pop e tendências, além de direcionar os clientes com perguntas ou comentários para o seu serviço de atendimento ao consumidor.

Principal conta da Netflix no Twitter do Canadá

Twitter - atendimento ao consumidor

Cada descrição de perfil deve esboçar claramente o propósito da conta, como facilitar o atendimento ao cliente e manter um espaço para a criatividade e diversão.

Como a comédia se encaixa em sua marca? O que funciona ou não para você?

*Texto original publicado no Blog Beyond the Wire: Being Sassy on Social Media.

Traduzido e adaptado por Victor Melo, Analista de Comunicação Corporativa LatAm
PR Newswire

Tags: Marketing, Social Media, Redes Sociais