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IOF: Número de mulheres acima dos 50 anos com fraturas vertebrais chega a 3 milhões no Brasil

Pesquisa divulgada hoje pela International Osteoporosis Foundation (IOF) revela ainda que o número de fraturas de quadril no país vai aumentar 32% até 2050. Crescimento dramático apresentado no relatório prevê ainda aumento das fraturas relacionadas com osteoporose devido ao envelhecimento da população brasileira, com alto impacto econômico e social

SÃO PAULO, 24 de maio de 2012 /PRNewswire/ -- A International Osteoporosis Foundation (IOF), maior entidade não-governamental do mundo dedicada à prevenção, diagnóstico e tratamento da osteoporose, divulgou hoje o primeiro relatório regional sobre a situação da doença  que já atinge uma em cada três mulheres com mais de 50 anos. A auditoria "Osteoporose na América Latina: epidemiologia, custos e relevância da osteoporose em 2012" foi realizada em 14 países (Brasil, Chile, Argentina, México, Uruguai, Peru, Venezuela, Cuba, Costa Rica, Colômbia, Bolívia, Nicarágua, Panamá e Guatemala). Para mais informações sobre o estudo, acesse o site http://www.osteoporosisinlatinamerica.com.

De acordo com a pesquisa, o número de mulheres acima dos 50 anos com fraturas vertebrais já chega a 3 milhões no Brasil. A maioria dessas mulheres sequer possui o diagnóstico para osteoporose. O relatório prevê também uma explosão no número de fraturas por fragilidade decorrente da osteoporose nas próximas décadas.

Considera-se que a osteoporose, uma doença que enfraquece os ossos e os torna mais suscetíveis a fraturas, afete em torno de 33% das mulheres após a menopausa no Brasil.

No Brasil, em torno de 153 a 343 fraturas de quadril ocorrem em cada 100 mil pessoas de 50 anos ou mais. Atualmente estima-se que ocorram 121.700 fraturas anuais de quadril e prevê-se que os números aumentem em 16% em 2020 e 32% em 2050.

As fraturas de quadril são uma causa importante de sofrimento, incapacidade e morte precoce em mulheres idosas. Vários estudos internacionais mostram que em torno de 20% das vítimas de fratura do quadril morrem no período de um ano após a fratura.

Segundo o ginecologista Bruno Muzzi, Presidente da Associação Brasileira da Avaliação da Saúde Óssea e Osteometabolismo (ABrASSO), a osteoporose e as fraturas por fragilidade tornaram-se uma questão de saúde que requer atenção imediata. "Precisamos implantar medidas de alcance nacional para a prevenção precoce e, ao mesmo tempo, assegurar que as pessoas em risco – especialmente as que já sofreram uma fratura – sejam diagnosticadas e tratadas adequadamente para prevenir novas fraturas futuras. Essa é a única maneira de reduzir a crescente onda de custosas fraturas", explica Muzzi.

Informações para a imprensa

Tino Comunicação – www.tinocomunicacao.com.br

Maria Simões/Cinthia Curado/Vinicius Volpi/Danilo Tovo

(11) 3170-3137 / 74923442 / 7422-3182 / 7492-8040

maria@tinocomunicacao.com.br/cinthia@tinocomunicacao.com.br /danilo@tinocomunicacao.com.br / vinicius@tinocomunicacao.com.br

FONTE International Osteoporosis Foundation (IOF)



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